A Escolinha de Futebol Suíço da Coopercocal ganhou um novo horário de treinamento para atender mais crianças e ampliar a participação no projeto. A partir de agora, meninos e meninas poderão participar também da turma das 19h15 das terças-feiras, destinada a crianças de 8 a 10 anos. As turmas são mistas e as vagas são limitadas.
A iniciativa, que começou neste ano, segue com vagas abertas em todas as turmas. Os treinamentos são realizados na Sede Esportiva da Coopercocal, na Linha Tigre, em Cocal do Sul, e são voltados para crianças e adolescentes. As inscrições e informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (48) 99613-0890, com o treinador Igor Mouro.
Além da nova turma das 19h15, a escolinha conta com outros horários. Às terças-feiras, há treinamentos às 9h, para crianças de 4 a 7 anos; às 16h45, para 11 a 14 anos; e às 18h, também para 4 a 7 anos. Já às quintas-feiras, a turma das 13h30 atende crianças de 11 a 14 anos.
Segundo o treinador Igor Mouro, a criação de mais um horário é uma forma de ampliar o acesso aos treinos e possibilitar que mais crianças encontrem um horário adequado para participar. “A gente está buscando ampliar cada vez mais as turmas, principalmente por uma questão de horários. Queremos conseguir trazer o máximo de crianças possível para praticar esporte. O objetivo é oferecer essa oportunidade e fazer com que cada vez mais crianças possam estar no campo”, explica.
A escolinha é gratuita e destinada a filhos de associados da Coopercocal, com vagas abertas para meninos e meninas de 4 a 14 anos. O projeto é mantido pela cooperativa como uma forma de incentivar o esporte e contribuir para o desenvolvimento das crianças e adolescentes.
Entre os alunos que já participam do projeto está Luiz Miguel Estadler, de 8 anos, que frequenta os treinamentos e conta que o que mais gosta é jogar. Apaixonado por futebol, ele tem o argentino Maradona como ídolo e sonha em ser jogador profissional. No campo, a posição que mais gosta de ocupar é o meio campo. “As aulas são muito boas. O que me motiva a gostar do futebol é ver os jogadores evoluindo”, conta Luiz Miguel.
O pai do menino, Jefferson Luiz Estadler, acompanha de perto a participação do filho e vê no projeto uma oportunidade de desenvolvimento. “Nós dois somos apaixonados por futebol. É um sonho que eu não pude realizar e posso ver no meu filho. Com esse esporte que está tendo para eles, é uma evolução, é muito bom”, afirma.
Para Jefferson, a iniciativa também tem reflexos fora do campo. Ele percebe o filho mais solto, fazendo amizades e desenvolvendo o companheirismo. O pai também destaca a importância de ter uma atividade esportiva que ajude a afastar as crianças das telas. “O futebol, para ele, é 100%. Ele não vê a hora de jogar. Se chove, já fica bravo porque não tem jogo”, conta.